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O que é SOA (Arquitetura Orientada A Serviços)?

SOA Mas o que venha ser este termo? O que é Arquitetura de serviços? É muito simples arquitetura orientada, corresponde a uma metodologia para desenvolvimento de software, serviços, representa todos ativos de softwares da empresa. Também podemos descrever neste caso serviços. Como sendo um componente, uma parte de desenvolvimento de um software onde ao fazer a junção de todos os ”módulos”, teremos um software completo para aquela determinada função para que foi desenhado, produto final do escopo do projeto onde foi determinado a criação de um serviço.
Podendo passar por vários departamentos, abrangendo uniformemente o tratamento de regras de negócio para cada necessidade.

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Padrão IEEE 802

O objetivo deste artigo é esclarecer as particularidades do padrão IEEE 802, de forma que fique claro sua atuação nas camadas 1 e 2 do modelo OSI, Física e Enlace, respectivamente.

Análise dos padrões IEEE 802
O padrão IEEE (leia-se I3E) 802 trata-se de um conjunto de padrões desenvolvidos pelo IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos) para definir métodos de acesso e controle para redes locais (LANs) e metropolitanas (MANs).  A série 802 não foi a única série de padrões de protocolos criadas pelo IEEE, porém a mais importante.   O nome dado a série refere-se ao ano e mês de seu inicio (fevereiro de 80).
Os protocolos IEEE 802 correspondem à camada Física e à camada Enlace de dados do modelo ISO/OSI, largamente adotado na interconexão de sistemas abertos, porém dividem a camada de enlace em duas subcamadas, conforme ilustrado na figura 1.

IEEE 802

Figura 1 – Relação das camadas OSI e camadas IEEE 802

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ANSI/TIA/EIA – 568-A2



Proposta
Este adendo é publicado para modificar certas exigências da Norma ANSI/TIA/EIA-568A e para providenciar novas exigências para itens onde novas publicações técnicas surgiram devido à evolução da tecnologia.

1. Topologia Estrela
O cabeamento óptico centralizado é projetado como uma alternativa à conexão cruzada localizada no armário de telecomunicações, quando utilizando um cabo óptico de 62.5/125µm na horizontal em suporte a equipamentos eletrônicos centralizados. Usuários que desejam desdobrar um sistema de cabeamento centralizado devem consultar a Norma TIA/EIA TSB-72   em Diretrizes de Cabeamento Óptico Centralizado.

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ANSI/TIA/EIA-568-A1

Especificações do Propagation Delay e Delay Skew para o cabo UTP de 4 pares
Adendo nº 1 da 568-A

1. Introdução
2. Proposta e Alcance
3. Aplicabilidade
4. Especificações de cabos de 4 pares 100W
4.1. Propagation Delay para cabos de 4 pares
4.2. Propagation Delay Skew para cabos de 4 pares


 
1. Introdução
A performance de transmissão depende das características do cabo, hardware de conexão, patch cords e cabeamento da conexão cruzada, o número total de conexões, e o cuidado com o qual foram instaladas e fabricadas. O desenvolvimento de certas aplicações high speed chamou a atenção da TIA para a necessidade por requerimentos adicionais de transmissão como o delay skew para sistemas de cabeamento de 4 pares 100W. Os parâmetros adicionais descritos aqui são o propagation delay e o delay skew. Propagation delay é o tempo necessário para a transmissão do sinal por um único par do cabeamento 4 pares 100W. Delay skew é a diferença no propagation delay entre dois pares quaisquer envoltos no mesmo cabo.Este parâmetro é exigido por aplicações que usam múltiplos pares para transmissões em paralelo. Este adendo especifica os requerimentos de propagation delay e delay skew para cabos de 4 pares 100, incluindo métodos de medição e variabilidade permitida em operações afetadas por condições ambientais. Os limites especificados aqui permitem a configuração máxima do canal como definida na TIA-568-A em laboratório. Embora estas sejam novas especificações, muitos dos cabos submissos à TIA/EIA-568-A provavelmente estão de acordo em estas especificações.


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ANSI/TIA/EIA – 568 – A

ANSI-TIA-EIA

ESPECIFICAÇÕES DE SISTEMAS DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
(Commercial Building Telecommunications Standard)

Esta norma propõe o mínimo de especificações de cabeamento estruturado. A norma classifica como principais componentes da estrutura de instalação:
    – Facilidade de entrada (Entrance facility)
    – Conexão cruzada principal (Main cross-connect)
    – Distribuição do backbone (Backbone distribution)
    – Conexão cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)
    – Distribuição horizontal (Horizontal distribution)
    – Área de trabalho (Work area)


ÍNDICE

1. Facilidade de entrada (Entrance facility)
2. Conexão cruzada principal (Main cross-connect)
3. Distribuição do backbone (Backbone distribution)
3.1 Diretrizes gerais de projeto (General design guidelines)
3.2 Topologia (Topology)
3.3 Mídia reconhecida do backbone de distribuição (Recognized backbone distribution media)
3.4 Critério de seleção de mídia (Media selection criteria)
3.5 Distâncias intra-edifício e inter-edifícios do cabeamento do backbone (In-building and inter-building backbone cabling distances)
4. Conexão cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)

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ANSI/TIA/EIA – 607

Especificações de Aterramento e Links dos Sistemas de Cabeamento Estruturado
(Grounding and Bonding Requirements for Telecommunications in Commercial Buildings)

O objetivo primário desta norma é providenciar especificações claras sobre aterramento e links relacionadas à infra-estrutura de telecomunicações do edifício


1. Glossário
2. Componentes de links de aterramento
2.1. Condutor de link de telecomunicações (Bonding Conductor for Telecommunications)
2.2. Backbone de link de telecomunicações (TBB)
2.3. Aterramento backbone de telecomunicações interconectando condutor aterramento (TBBIBC)
2.4. Barramento do Aterramento Principal de Telecomunicações (TMGB)
2.5. Barramento do Aterramento de Telecomunicações (Telecommunications Groundign Busbar – RGB)
2.6. Links à Estrutura de Metal de um Edifício (Bonding to the Metal Frame of a Building)


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