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Como o técnico de informática pode lidar com a pirataria de software?

Pirataria Para quem esta se formando como técnico em eletrônica, mas já trabalha com informática especialmente na parte de hardware e gostaria de saber, como driblar a pirataria em um país onde existe praticamente a carga tributária mais alta do mundo, encarecendo assim, muitos programas que são essenciais num computador. E também quer saber se existe algum incentivo por parte de fornecedores, a fim de tornar mais barato estes produtos para o técnico. E que pretende abrir uma assistência técnica de computadores e não gostaria de ter problemas com a pirataria diante de uma fiscalização. Aqui vai algumas dicas.

A pirataria não é uma questão fácil de contornar. Por mais que tentemos sempre haverá um ou outro fabricante que achará que o técnico ou seu cliente estão na ilegalidade. Principalmente no caso da Microsoft e da Adobe, as licenças de uso são tão restritivas e limitadoras que é muito difícil ficar estritamente dentro da lei.

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Redes Sociais trazem desafios para gestores de TI

Redes Sociais trazem desafios para gestores de TIUma das tarefas mais difíceis que atormentam um CIO no enfrentamento da gestão da tecnologia da informação nas empresas é a missão de estabelecer limites entre a informação que circula entre a esfera pessoal dos empregados e colaboradores e a profissional. Este problema vem se acentuando com a aceleração do uso das redes sociais que demandam um cuidado maior de monitoramento constante ante a possibilidade de incidentes que possam causar danos consideráveis para a reputação e o patrimônio das empresas.

Com a crescente utilização das mídias sociais pelas empresas, muitas se vêem diante de um problema: como estabelecer limites e monitorar conteúdos que trafegam na rede corporativa?

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As redes sociais corporativas e as implicações legais

As redes sociais corporativas e as implicações legaisSegundo recentes pesquisas realizadas pela empresa Ernst & Young, 77% dos executivos entrevistados assumiram que suas empresas correm algum risco de vazamento de dados, perdas de dados estratégicos e danos à imagem corporativa através das novas formas de comunicação na web. Mesmo sabendo dos riscos a que estão expostas, as organizações corporativas têm permitido o uso dessas ferramentas sem a devida cautela.

Entre as formas de interação por meio da internet se destaca a crescente utilização das redes sociais no âmbito corporativo como ferramenta para estabelecer conexão com clientes, um processo chamado marketing comunitário.

Apesar das potencialidades desses mecanismos de comunicação não estarem sendo totalmente exploradas, os riscos para as empresas são inegáveis e extremamente nefastos.

Primeiramente, é necessário que os departamentos de RH, TI e jurídico, juntos, estabeleçam um plano de ação, definindo os objetivos e os meios para desenvolver o trabalho e implantar o código de uso para as redes sociais, visando a redução de riscos decorrentes do mau uso dessas ferramentas.

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A questão do anonimato na internet à luz da Lei

A questão do anonimato na internet à luz da LeiCom o advento da criação da Internet, a partir da década de 90, muitas pessoas puderam trabalhar em conjunto, compartilhando dados, informações e documentos nessa grande rede de computadores. Ocorreu uma expansão explosiva da Internet nessa época, motivada por falta de uma administração central assim como à natureza aberta dos protocolos da internet. O acesso a um grande número de informações disponíveis às pessoas, com ideias e culturas diferentes, pode acarretar tanto em uma melhora dos conceitos da sociedade como um declínio, dependendo das informações existentes na internet e por quem as disponibilizam.

Em tempo de internet onde existe uma grande mobilidade tecnológica, percebemos que a cada passo dado em nossa “vida digital”, deixamos rastros de informações e dados confidenciais pela grande rede de computadores. Novidade? Até que não, pois somos “antenados” na tecnologia e queremos ter status, procuramos nos divulgar da melhor maneira possível fazendo o que conhecemos como Marketing Digital.

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Quebra de sigilo de IP necessita de autorização judicial?

Quebra de sigilo de IP necessita de autorização judicial?Ao realizarmos investigações no sentido de que tenhamos que descobrir quem teria sido o autor de determinado fato tipificado na legislação como crime, sendo este fato típico cometido pela Intenet, importante que tenhamos, como um dos elementos de investigação, informações acerca do IP (Internet Protocol) utilizado no momento do delito pelo sujeito ativo.

Importa ressaltar que não podemos confundir “interceptação de dados telemáticos” com “quebra de sigilo dos dados de conexão e de usuário”.

A primeira diz respeito ao recebimento por parte da Autoridade Policial de todos os acessos e conexões realizados pelo investigado em ambiente de Internet. Se equipara, em todas as questões legais, à interceptação telefônica, devendo, portanto, ser realizada em sede de Inquérito Policial, sendo necessária, portanto, a provocação do Poder Judiciário e Ministério Público, por meio de Representação, a fim de obtermos a autorização judicial, nos moldes da legislação vigente, em especial a Lei 9.296/96, a Lei de Interceptações Telefônicas.

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