Será que computadores à prova de choque e líquidos cumprem mesmo o que prometem?

notesresistente O ponto alto em avaliar produtos à prova de choque é testar, justamente, sua resistência. No caso de notebooks com carcaça reforçada e outros itens de revestimento e de proteção, o ideal é realizar procedimentos empíricos ligados à gravidade. Depois, observando atentamente sua postura durante o experimento, chegar a um resultado, que revelará a durabilidade do objeto de estudo. Foi justamente isso que o UOL Tecnologia fez durante os testes dos três notebooks comercializados no mercado brasileiro sob o selo “à prova de choque”.

Para comprovar se as máquinas cumprem o que seus fabricantes prometem, elas foram lançadas mesa abaixo. Depois de observar a máquina cair, basta reiniciá-la. Repete-se então o teste quantas vezes forem necessárias (até cansar da brincadeira) e pronto. Se ela estiver funcionando como da primeira vez, passou no teste prático de durabilidade.

Os três modelos avaliados — HP ProBook 4320s, Lenovo Thinkpad T410 e Megaware Meganote Slim ULV Series — passaram nos testes de quedas simulados em um dia a dia. Eles escorregarem de uma mesa a 90 cm do chão e das mãos do usuário, a uma altura de 1,5 metro do solo. Não foram lançados de janelas em prédios altos (como ocorreu com o celular VenkoTalento) nem atropelados por carros e “aos cuidados de gatos” (como o pendrive OCT ATV), pois a ideia era simular problemas cotidianos. Com facilidade, após os choques, os computadores voltaram a trabalhar como antes, com reinicio rápido e sem dados corrompidos.

O que mais chamou a atenção no prático ProBook 4320s foram mesmo suas características de proteção. Além de resistir a quedas, ele também tem um bom sistema de drenagem de líquidos, evitando que o modelo seja afetado com derramamento água ou café (ou cerveja). O laptop também mede a aceleração de três eixos: este acelerômetro detecta movimentos repentinos e processa a proteção de dados. Do ponto de vista negativo, seu teclado duro e seu touchpad resistente tornam a experiência de usá-lo um tanto desconfortável.

Já o Thinkpad T410, que também tem teclado impermeável, é um bom notebook no geral, com excelente resolução de tela (que é de LCD retroiluminada por LED) e um sistema interno que consome menos energia. Entretanto, o modelo é caro, pesado e tem o design quadradão e sério, como é mais ou menos padrão nas máquinas da Lenovo. Um modelo 100% empresarial.

Por fim, o Meganote Slim ULV Series é o mais “caseiro” entre os equipamentos avaliados. Com um revestimento que o protege de pequenas quedas, o modelo se passaria por um notebook comum e frágil, pois faz parte também do rol de máquinas ultrafinas e ultraleves do mercado. Entre seus pontos negativos, sua pequena tela de 13 polegadas deixa a desejar em termos de resolução.

Fonte: UOL Tecnologia

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