Archive | novembro 2010

Softwares open source chegam à maturidade

Softwares open source Não é uma questão puramente financeira. Empresas já avaliam predominantemente as funções, os recursos e o desempenho.

Há três anos, o diretor de TI Jim Wenner procurava por uma solução de BI. Ele não pensava em contratar o Cadillac dos serviços, pois tudo que precisava fazer era gerar relatórios para a rede de lojas de conveniência Sheetz, avaliada em 4,9 bilhões de dólares. Depois de verificar as opções, Wenner decidiu-se pela suíte de BI da empresa Pentaho Corporation, uma solução de código aberto. A escolha foi motivada pela presença de funções requisitadas e pelas oportunidades de economia.

De natureza prática, Wenner havia planejado um plano B para o caso de o produto não ser tão eficiente “Nós estabelecemos uma meta. Se entre seis e nove meses depois de implementada, a solução não trouxesse os resultados no nível que esperamos, poderíamos substituí-la por outro programa”, explica.

Agora, passados dois anos, a parceria entre a Sheetz e o provedor da suíte de BI permanece em andamento. Wenner diz que houve curvas de aprendizado que desafiavam a expertise dos desenvolvedores. Atualmente apenas em software, Wenner investe algo em torno de 50 mil dólares anuais. “Não somos adoradores de plataforma de código aberto, apenas tentamos lidar com nossos recursos de maneira sábia”, diz.

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Como garantir segurança e disponibilidade da infraestrutura?


Com planejamento e criatividade, é possível simplificar significativamente a tarefa, sem gastar muito.

Garantir a segurança e a disponibilidade da infraestrutura seria uma tarefa bem mais simples se todas as empresas tivessem orçamento sobrando para tecnologia: bastaria investir muito dinheiro nos mais avançados sistemas de redundância, completamente abrangentes.

Infelizmente, a maioria das empresas não pode arcar com isso. Mas alguns pequenos passos podem simplificar significativamente o processo da recuperação na eventualidade de diversos tipos de problemas. Algumas dicas ajudam nessa tarefa.

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Vírus que infestam hardware são possíveis?

virushardware Especialistas já demonstraram pragas em placas e chips.

Ataque foi considerado impossível durante anos.

Pragas virtuais são normalmente armazenadas no disco rígido do computador e executadas pelo sistema operacional quando o PC é iniciado – exatamente como qualquer outro software. Durante muitos anos, usuários se perguntavam se era possível que um código malicioso atingisse ou danificasse equipamentos físicos, como as placas se vídeo ou rede, o processador ou a placa-mãe. A resposta dada a esses questionamentos foi muitas vezes um “não”, mas especialistas têm demonstrado vírus que atingem placas de vídeo, rede e placas-mãe, apontando para uma resposta diferente.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

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Cabeamento Residencial Estruturado: Projetos integrados para as residências modernas

Cabeamento Residencial Estruturado: Projetos integrados para as residências modernasA integração de novas tecnologias dentro das residências de médio e alto padrão para satisfazer o conforto, segurança, comunicação e energia dos seus ocupantes obrigou os fabricantes de sistemas de automação, eletricidade e de telecomunicações a desenvolverem equipamentos mais simples, modulares e padronizados.

Evolução arquitetônica
A forte evolução habitacional das moradias nos grandes centros urbanos gerou novas demandas para integração dos sistemas de telecomunicações em lugares pequenos e sujeitos a rápidas mudanças de layout. Assim, surgiu a necessidade de se desenvolver novos produtos que ocupem menor espaço, com design inovador e fáceis de instalar.

Acesso à Informação
Como conseqüência desta evolução, o estilo de vida das pessoas também mudou, particularmente pela necessidade de acesso aos diferentes meios de comunicação e entretenimento, que leva para os domicílios o acesso aos mesmos meios para a comunicação que existem nos ambientes corporativos: internet e telefonia, rede interna de segurança, temperatura controlada, entre outros, com todas as comodidades e praticidades que devem oferecer os ambientes de vida familiar.

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Casa do futuro

Casa do futuroA rápida evolução de produtos e equipamentos eletrônicos e da informática fazem da automação residencial uma realidade. Hoje, os usuários já dispõem de sistemas integrados em suas casas que podem controlar cortinas e persianas, áudio, vídeo, som ambiente, TV por assinatura, segurança (alarmes, monitoramento, CFTV), iluminação, ar-condicionado, aquecimento e telefonia, entre outras utilidades.

Parte dos novos empreendimentos oferece soluções para facilitar a vida doméstica. Porém, nem toda automação é projetada de maneira integrada. Muitas soluções utilizam sistemas autônomos, que não se comunicam entre si.

Um dos principais problemas apontados pela Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial) é que o País não conta com profissionais de perfil adequado à nova realidade para suprir as necessidades do mercado. Por esse motivo, a entidade está empenhada em formar e divulgar o integrador de sistemas residenciais, profissional habilitado para elaborar um projeto de integração prévio, definindo todo o cabeamento, infraestrutura, plataformas de automação e relação de equipamentos necessários.

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Integrador de automação residencial: conheça uma das carreiras quentes em TI

Integrador de automação residencial: conheça uma das carreiras quentes em TIMuitos dos recursos de residências que antes pareciam ficção científica hoje são realidade. Já é possível ligar equipamentos à distância, programar o horário da irrigação do jardim, fechar cortinas, acionar o alarme por telefone, controlar a câmera de segurança pela internet, entre outros recursos. Com o grau tecnológico atual, quase não há limites para a automação.

Para juntar tantos recursos e centralizar sua administração, um novo profissional passa a ser muito requisitado: o integrador de automação residencial. Há poucas empresas brasileiras na área, mas a demanda por este tipo de serviço cresce exponencialmente.

Segundo Robert Andrade, analista da consultoria Robert Half, os profissionais da área são aqueles que possuem o raciocínio lógico como destaque, pois acaba tendo de buscar informações diversas em manuais, analisar muitas documentações e encontrar a melhor forma de integrar soluções. “Programadores e desenvolvedores podem se destacar na área. Profissionais de engenharia e arquitetura também têm ótimas chances de ganhar este mercado”, afirma.

Não há um roteiro específico para se buscar formação. O profissional que pode se dar bem é aquele que gosta da área, fica muito antenado com relação à novos lançamentos e que mantém um grande conhecimento sobre as melhores soluções com base na compatibilidade.

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O que fazer quando o Windows 7 não reconhece dispositivo wireless ou periférico antigo do tempo do XP?

errowin7 Um dos problemas do Windows 7, em especial da versão de 64bits, é justamente o aproveitamento do hardware existente.
Os equipamentos que se compra atualmente costumam ser totalmente compatíveis, mas muitos dispositivos fabricados antes de 2007 (ano de lançamento do Windows Vista) mostraram-se incompatíveis devido ao novo sistema de drivers inaugurado no Windows Vista, que é o WDDM (Windows Device Driver Model), usado também no Windows 7.
Na maior parte dos casos, a incompatibilidade até que é bem vinda pois é em nome da segurança e estabilidade do sistema como um todo, mas sempre que nos deparamos com esta situação surge o dilema, sobre o que fazer?

As maiores “vítimas” desta incompatibilidade são dispositivos como impressoras, câmeras e outros pequenos acessórios USB. Nem sempre se acha o driver adequado. Quando o fabricante destes dispositivos não oferece um driver compatível existem algumas soluções a serem tentadas:

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