Home office: ganha o empregado, ganha a empresa

Home OfficeTrabalhar de casa é uma grande vantagem para o empregado. Isso não é novidade. Mas o que estes dados comprovam é a economia de custos, retenção de talentos e o aumento de produtividade que a empresa tem quando envia parte da sua força de trabalho para um escritório em casa.

Economia de custos imobiliários: as empresas podem economizar cerca de US$ 2.000,00 por ano para cada empregado que não ocupa os espaços físicos da empresa, ou seja, se sua empresa permite que 100 empregados façam seu trabalho de casa, a economia pode chegar a US$ 200.000,00/ano. Com 25% do seu efetivo trabalhando remotamente (cerca de 320.000 empregados), a IBM teve uma economia de US$ 700 milhões em custos imobiliários. A AT&T já economizou seus 550 milhões de dólares. A Cisco, US$ 277 milhões.

A Sun Microsystems que tem 56% de seus trabalhadores (cerca de 19.000) trabalhando ao menos 1 vez por semana fora do escritório, reduziu em 15% seus custos imobiliários. E concluiu que um empregado que trabalha de casa custa de 30 a 70% menos para a empresa do que os que batem ponto no escritório (dados de 2007-2008).

Novas estratégias de otimizar espaço – como escritórios compartilhados, ou “hotelling” – mostraram receber alguma resistência por parte dos colaboradores. Mas com o teletrabalho, as mudanças foram muito bem aceitas.

Retenção: Uma pesquisa da EKOS Canadá revela que entre um aumento de salário e poder trabalhar de casa, 33% dos canadenses optaria pela segunda opção. E 43% pediria demissão se fosse para mudar para uma empresa que permite o teletrabalho.

Produtividade: dezenas de estudos provaram que os empregados que trabalham de forma remota de 1 a 3 dias por semana, aumentam sua produtividade em 10-20%. matematicamente falando: a cada 10 funcionários em teletrabalho, a empresa recebe um novo empregado “grátis”!

Os teletrabalhadores da American Express gerenciam 26% mais atendimentos e produzem 43% mais negócios que seus colegas no escritório tradicional. A Compaq, empresa de computadores, documentou um aumento de produtividade de 15 a 45%. E uma pesquisa conduzida na IBM Canadá (onde 20% da força de trabalho é de teletrabalhadores) indicou que seus empregados podem ser 50% mais produtivos em ambientes fora do espaço do escritório.

Na British Telecom, a produtividade dos 9000 empregados que trabalham de forma remota aumentaram em 31%. Na JD Edwards (uma empresa da Oracle), provou-se que os teletrabalhadores são 20 a 25% mais producentes que seus colegas do escritório.

Economia de tempo: No Canadá, um trabalhador perde em horas de trânsito, uma média de 6-8 semanas inteiras de trabalho só no deslocamento casa-trabalho-casa. Em São Paulo e em outras cidades brasileiras, a quantidade é provavelmente maior.

Absenteísmo: Um canadense deixa de ir trabalhar uma média de 10 dias/ano por motivos de doença, necessidade de cuidar de crianças ou idosos, greves, problemas climáticos, etc. O teletrabalho permite que mesmo nestas condições, parte do trabalho ainda pode ser realizado. Além disso, estudos mostram que o teletrabalho reduz o absenteísmo em até 20%.

Para quem quiser calcular a economia na sua própria empresa, é só usar a calculadora de economia em teletrabalho.

Fonte: InnoVisions Canadá

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