Archive | outubro 2010

Como funciona a memória RAM

Embora seja brutalmente mais rápida que o HD e outros periféricos, a memória RAM continua sendo muito mais lenta que o processador. O uso de caches diminui a perda de desempenho, reduzindo o número de acessos à memória; mas, quando o processador não encontra a informação que procura nos caches, precisa recorrer a um doloroso acesso à memória principal, que em um processador atual pode resultar em uma espera de mais de 150 ciclos.

Para reduzir a diferença (ou pelo menos tentar impedir que ela aumente ainda mais), os fabricantes de memória passaram a desenvolver um conjunto de novas tecnologias, a fim de otimizar o acesso aos dados, dando origem aos módulos de memória DDR2 e DDR3 utilizados atualmente.

Começando do básico, um chip de memória é um exército de clones, formado por um brutal número de células idênticas, organizadas na forma de linhas e colunas, de forma similar a uma planilha eletrônica.

Como funciona a memória RAM

O chip de memória em si serve apenas para armazenar dados, não realiza nenhum tipo de processamento. Por isso, é utilizado um componente adicional, o controlador de memória, que pode ser incluído tanto no chipset da placa-mãe quanto dentro do próprio processador, como no caso dos processadores AMD a partir do Athlon 64 e dos processadores Intel a partir do Core i7.

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Pesquisar e Planejar: Desafios para o Profissional de Tecnologia

Pesquisar e Planejar: Desafios para o Profissional de TecnologiaRedes de computadores são fundamentais em corporações e cada vez mais fazem parte da vida moderna, possibilitando ao ser humano usufruir de recursos avançados de comunicação como troca de mensagens ou arquivos, compartilhamento de periféricos, entre muitas outras coisas. Entretanto, no mundo real das redes ocorrem diversas situações onde problemas, muitos dos quais, inesperados, ocorrem e atrapalham o objetivo do sistema: disponibilizar a informação. Em geral, evitar tais problemas requer conhecimento e uma boa dose de planejamento.

Organizar as atividades, planos e projetos em ordem cronológica ou de importância e cumprir prazos são temas que a maioria dos profissionais envolvidos com redes de comunicação comentam, entendem do que se trata, discursam e discutem à respeito. No entanto, são poucos aqueles que realmente escolhem, organizam ou planejam suas atividades com conhecimento, técnica e bom senso.

Escolher como se organizar faz parte da atividade de planejamento e, em geral, é onde começam os problemas. A escolha correta da abordagem para um projeto pode ser importante ou vital para a sobrevivência desse projeto. Um projeto com ações escolhidas sem critérios tem uma alguma chance de dar certo e uma grande chance de dar muito errado ou de apresentar inúmeros problemas inesperados.

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Análise de negócios exigirá um novo perfil profissional

perfilprof De acordo com um dos principais executivos da SAS, o "cientista das informações" poderia derrubar barreiras entre a montanha de dados e a tomada de decisões.

As empresas precisam, com urgência, de um profissional que haja como um “cientista das informações”. Alguém que reúna as habilidades de um programador, de um estatístico e de um excelente contador de histórias, para traduzir cenários em tempo real às organizações. Essa é a opinião do vice-presidente sênior e principal executivo de marketing da SAS, Jim Davis.

Para Davis, de nada adianta a companhia comprar tecnologias e software de análises se não tiver profissionais que traduzam a realidade, para que ela não fique atrás em um mercado muito veloz em termos de transformação. “Esse é um ponto fundamental para fazer a transição do BI (Business Intelligence) tradicional, um modelo reativo, para a análise de negócios em tempo real, que é proativo e é o que pode trazer diferenciais”, avalia.

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Sete boas razões para investir no networking

networking A manutenção de contatos profissionais é benéfica a todos, do candidato até o gestor de vagas de trabalho.

Se uma de suas preocupações na hora de incrementar a rede de contatos profissionais que o cerca é ser ignorado, repense. No lugar de querer receber, procure contribuir. Apresentamos cinco motivos para seus contatos moverem seu cartão de visitas para a pasta “favoritos”.

Um dos motivos pelos quais você pode ser reticente na hora de fazer networking é o fato de, ao fazer contatos na busca por oportunidades profissionais, ter sempre a sensação de estar impondo sua vontade. É onde a vasta maioria das pessoas erra em seu conceito sobre a função e a dinâmica do network. Achar que o empregador não quer conhecer novos talentos e que quem procura por uma colocação não tem nada a oferecer também são dois erros muito comuns.

O presidente da empresa norte-americana de coaching Carrer Potential, Ford Myers, afirma que as vantagens na atividade de manutenção de contatos profissionais é benéfica a todos, do candidato até o gestor de vagas de trabalho.

“Quem faz o networking de forma apropriada dá mais que recebe”, resume Ford.

Autor da obra “Get the Job You Want – Evene When No One´s Hiring” (conquiste a vaga que quiser – mesmo quando não há contratações, em tradução livre do inglês), Myers procura esclarecer aos preocupados que muitos dos temores comuns são infundados.

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A essência do bom atendimento ao cliente

A essência do bom atendimento ao clienteMesmo negociando bons produtos, trabalhando com excelentes especialistas, gestores comprometidos e resultados que impulsionem, por que ainda perdemos a renovação de contratos? Por que o cliente pesquisa o mercado e dá oportunidade para a concorrência? Um dos segredos está no atendimento que é realizado ao decorrer do tempo, na criação e sustentação do relacionamento com o cliente. Ser gentil não é suficiente, conseguir atender à demanda também não é suficiente: o cliente deseja ser notado, precisa vincular-se à estrutura da empresa; ele deve ser o centro de todas as atenções.

Os resultados conquistados com novas vendas demonstram a capacidade de negociação da equipe, mas a proeza de se conquistar um cliente está muito acima de preço baixo ou ferramentas que se adaptarão à sua rede. O serviço prestado ao longo do cumprimento de um contrato deve ser feito com primor, para garantir que o cliente sinta-se cativo à missão da empresa e possa, assim, prezar pela continuação da parceria. É necessário desenvolver uma relação de confiança e empatia, em busca de resultados que proporcionem a troca de valores fundamentais para o relacionamento. Esses valores são instituídos aqui como bens não-tangíveis, elementos da plausível interação humana, provenientes de experiências vividas e conhecimentos já adquiridos.

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Quebra de sigilo de IP necessita de autorização judicial?

Quebra de sigilo de IP necessita de autorização judicial?Ao realizarmos investigações no sentido de que tenhamos que descobrir quem teria sido o autor de determinado fato tipificado na legislação como crime, sendo este fato típico cometido pela Intenet, importante que tenhamos, como um dos elementos de investigação, informações acerca do IP (Internet Protocol) utilizado no momento do delito pelo sujeito ativo.

Importa ressaltar que não podemos confundir “interceptação de dados telemáticos” com “quebra de sigilo dos dados de conexão e de usuário”.

A primeira diz respeito ao recebimento por parte da Autoridade Policial de todos os acessos e conexões realizados pelo investigado em ambiente de Internet. Se equipara, em todas as questões legais, à interceptação telefônica, devendo, portanto, ser realizada em sede de Inquérito Policial, sendo necessária, portanto, a provocação do Poder Judiciário e Ministério Público, por meio de Representação, a fim de obtermos a autorização judicial, nos moldes da legislação vigente, em especial a Lei 9.296/96, a Lei de Interceptações Telefônicas.

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16 perguntas sobre Sistemas Operacionais

16 perguntas sobre Sistemas Operacionais

O Mac é caro. O Windows trava demais. Instalar o Linux é difícil. Confira o que é realidade e o que é lenda em relação aos três Sistemas Operacionais.

1 – O melhor Windows ainda é o XP

MITO

Em comparação com o Windows 7, o XP tem melhor compatibilidade com programas e equipamentos antigos, e é mais veloz em máquinas com menos de 2 GB de memória. Mas as vantagens terminam aí. Os testes do INFOlab mostraram que, num micro com pelo menos 2 GB de memória, não há grande diferença de desempenho entre esses dois sistemas. Numa máquina com 4 GB, o Windows 7 é, quase sempre, mais rápido. E o Windows 7 tem interface gráfica mais prática, um veloz mecanismo de busca e recursos melhores para a organização de documentos.

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