Archive | julho 2010

Sysinternals Suite build 2010.07.29 Suite inclui programas como o PageDefrag e RootkitRevealer

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A Windows Sysinternals Suite é um conjunto de diversos utilitários que realizam tarefas específicas. Isso inclui um programa para desfragmentar pagefiles (PageDefrag), para verificar os programas em uso e quais são carregados quando o Windows é iniciado (Autoruns), ferramentas para Active Directory, entre muitos outros.

download_thumb22 Download: Sysinternals Suite build 2010.07.29

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60% das equipes de TI ouvem usuários para escolher smartphones

equipe Quanto mais os funcionários decidem sobre quais equipamentos móveis usar, mais preocupados os profissionais de tecnologia devem estar com a segurança.

Uma pesquisa da empresa de segurança RSA traz um dado curioso. Após consultar 400 gestores de TI, o levantamento detectou que 20% deixam a cargo dos funcionários da empresa a escolha do modelo de smartphone para uso corporativo. E outros 60% dos entrevistados permitem que os profissionais opinem sobre os equipamentos mais adequados na hora da escolha.

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Dez razões que levam empresas a trocar o Windows pelo Linux

Agora que a Microsoft parou de oferecer suporte para versões mais antigas do Windows, muitas empresas têm analisado alternativas ao sistema operacional. Isso passa tanto por buscar atualizações quanto alternativas, como o Linux.

Muitas empresas têm descoberto que o Linux, que um dia já foi um sistema operacional de “nicho”, fornece os componentes e os serviços necessários. Não à toa, o software livre continua a ampliar sua penetração nos maiores data centers do mundo e em centenas de milhares de desktops individuais, bem como domina quase 100% da indústria de serviços para a nuvem.

A seguir, acompanhe dez razões pelas quais algumas empresas têm trocado o Windows pelo Linux:

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Crie sua própria nuvem: a implementação

A instalação do sistema operacional em si é extremamente simples

Configurar uma estação Ubuntu Enterprise Cloud (UEC) é um pouco mais complicado do que a configuração de um cluster, embora muitos dos mesmos procedimentos se apliquem. Também não é uma boa ideia mergulhar nisso sem algum conhecimento prévio de Linux (obviamente), mais especificadamente Ubuntu (naturalmente), e claro, conceitos gerais de computação em nuvem.

A primeira coisa que deve ser estabelecida antes de tocar qualquer hardware, é a topologia da rede. Todas as máquinas em questão – controlador, nódulos e máquinas de acesso a cliente – devem ser capazes de se encontrar no mesmo segmento de rede. A Canonical não aconselha permitir que outro servidor DHCP tenha acesso aos endereços das máquinas, já que o controlador pode lidar com essa tarefa. Eu descobri que é possível ter outro servidor DHCP desde que as atribuições de IP sejam consistentes.

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Crie sua própria nuvem: requerimentos de hardware

cloudhard Tanto os nódulos quanto o controlador devem ter ser sistemas dedicados

Para criar sua própria nuvem em Linux, o hardware escolhido precisa estar de acordo com certos padrões. Cada computador nódulo precisa ter capacidade para realizar virtualização acelerada de hardware via IntelVT. O controlador de nódulo não precisa ser VT-ativado, mas melhor se for. De qualquer forma, um sistema 64-bit é altamente recomendado. Tanto os nódulos quanto o controlador devem ter ser sistemas dedicados: eles não podem ser usados para nenhuma outra função.

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Especial: como criar sua própria nuvem em Linux

ubuntu Ubuntu te permite criar sua própria infraestrutura de cloud Eucalyptus em servidores comodatos e oferece interface compatível com o EC2

Tradicionalmente, se você quer usar "a nuvem", precisa usar um serviço terceirizado – seja o EC2, da Amazon, a nuvem do Google ou algum outro. A Canonical, por meio da nova versão do Ubuntu Server, se prepara para mudar isso. Em vez de usar uma nuvem terceirizada, é possível construir sua própria cloud – criar seu próprio ambiente de computação elástica, rodar seus aplicativos e, até mesmo, conectar-se ao EC2 ou migrar para ela caso seja necessário.  

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Ambiente de trabalho contribui para retenção de talentos em TI

Entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar, o índice de evasão voluntária de profissionais foi de 9%, contra uma média de 19% no resto do setor.

Em um mercado no qual falta mão de obra especializada, a capacidade de reter os melhores profissionais representa um diferencial competitivo para as empresas. No setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), a preocupação das organizações com esse tema ganhou ainda mais força com o aquecimento da economia brasileira.

Afinal, qual o segredo para a retenção de talentos? Um dos caminhos é ter um ambiente de trabalho que seja considerado excelente para os funcionários. Uma prova disso está no fato de que, entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar em TI e Telecom, o índice de evasão voluntária de profissionais – ou seja, pessoas que deixam a organização por decisão própria – foi de aproximadamente 9% em 2009. No mesmo período, a média geral do setor foi de 19%.

Para o sócio-diretor da consultoria em recursos humanos Korn/Ferry no Brasil, Jairo Okret, para reter os profissionais, as empresas precisam fazer com que eles se sintam engajados com a organização. “Quando isso acontece, cumprem suas tarefas porque acham importante e, não, por obrigação”, aponta Okret.

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